sexta-feira, 4 de julho de 2008

Ingrid diz que foi tratada como "cão" pelas Farc

A ex-refém franco-colombiana Ingrid Betancourt disse que não sabe o que fará no futuro, no dia seguinte a sua libertação pelo Exército colombiano após ter sido mantida por mais de seis anos em poder da guerrilha colombiana das Farc, que a tratou "como um cão". "Não sei o que vou fazer no futuro", disse Betancourt em Bogotá à rede de televisão pública francesa France 2. Betancourt, que quando foi seqüestrada em fevereiro de 2002 era a candidata verde à Presidência da Colômbia, explicou: "o ideal para mim seria ter o dom da onipresença, e estar ao mesmo tempo na Colômbia e na França", antes de ressaltar que tomará suas decisões em função das necessidades de seus filhos e parentes. Betancourt reiterou seu "compromisso absoluto" na luta pelos reféns que permanecem na selva em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

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