quarta-feira, 4 de junho de 2008

Obama é o virtual candidato à presidência dos EUA. A briga agora é com MaCain

O senador Barack Obama anunciou nesta terça-feira, 3, ser o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, durante um pronunciamento na cidade de Saint Paul, no Estado americano de Minnesota. "Hoje à noite, nós marcamos o fim de uma viagem histórica com o começo de outra. Uma jornada que trará um novo e melhor dia para a América. Hoje à noite, eu posso estar aqui perante vocês e dizer que serei o indicado democrata à presidência dos Estados Unidos", afirmou Obama. O discurso, realizado na cidade que sediará a convenção do Partido Republicano deste ano, em setembro, foi feito pouco após o fechamento das urnas nos dois últimos Estados americanos que promoveram prévias eleitorais, Dakota do Sul e Montana. Pouco antes, projeções indicaram que o senador havia faturado o total de 2.118 delegados necessários para obter a indicação de seu partido. Informações do UOL.
  • Hillary cogita ser vice de Obama, mas ainda não anuncia decisão, o que se deve fazer após reunião com conselheiros democratas.
  • Elogios: Obama fez vários elogios à sua rival, a senadora Hillary Clinton, que discursara pouco antes, em Nova York. "A senadora Hillary Clinton fez história nesta campanha não apenas porque é uma mulher que fez o que nenhuma outra mulher fez antes, mas porque ela é uma líder que inspira milhões de americanos com sua força, coragem e compromisso com as causas que nos trouxeram aqui hoje à noite."
  • Críticas a MaCain: Em contraste com as palavras carinhosas que destinou a Hillary, Obama direcionou duras críticas àquele que deverá ser seu concorrente na eleição de novembro, o senador republicano John McCain. "Existem muitas palavras para descrever a tentativa de John McCain de vender as políticas de George Bush abraçadas por ele como sendo bipartidárias e novas. Mas mudança não é uma dessas palavras".
  • MacCain rebate: McCain também não poupou comentários negativos a Obama no pronunciamento que realizou em Nova Orleans e fez menções ao discurso do rival, centrado no conceito de mudança. De acordo com o republicano, "não importa quem vencer nesta eleição, a direção deste país irá mudar dramaticamente. Mas a escolha é entre a mudança correta e a mudança errada, entre ir para a frente e andar para trás".

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